Cursos

- Pedagogia

Informações Gerais

Sobre o curso de Pedagogia

A pedagogia é o estudo teórico e prático das questões da educação, a qual é concebida como um processo de desenvolvimento integral que visa humanizar, personalizar, libertar e socializar o homem.

Hoje a educação é reconhecida como CAPITAL HUMANO, portanto, ferramenta decisiva para o crescimento econômico.

Nesse contexto valorativo educacional, desponta o pedagogo, que operacionaliza o processo educativo, como um direito de todos e um dever da família e do Estado.

Curso de Graduação em Pedagogia - Licenciatura

A contemporaneidade acena para a necessidade de um curso que possibilite a construção de conhecimentos, habilidades e valores, em interação com a realidade e articulando a teoria à prática.

Possibilidade de atuação do Pedagogo

- Docência na Educação Especial.
- Docência no Normal Médio
- Cursos de Educação Profissional
- Docência na Educação de Jovens e Adultos.
- Docência na Educação Infantil
- Docência nos anos iniciais do Ensino Fundamental
- Coordenação Pedagógica
- Gestão Escolar
- Secretaria Escolar
- Pesquisa Educacional

Estrutura Curricular

O curso de Pedagogia da FACHO está estruturado em três núcleos de ensino.

I - Núcleo de Estudos Básicos com 2.800 horas de atividades formativas.

II - Núcleo de Aprofundamento e Diversificação de Estudos com 300h de Estágio Supervisionado.

III - Núcleo de Estudos Integradores com 100 horas de atividades teórico-práticas de aprofundamento em áreas específicas.

A carga horária total do curso é de 3.560 horas com duração de oito período letivos, equivalentes a quatro anos.

Coordenação do Curso

Coordenadora: Prof. Esp. Vera Lúcia Santiago de Lima.

fale com a coordenação do curso: coordenacaopedagogia@facho.br

Vagas e turnos

O curso de pedagogia funciona pela manhã e à noite. São 120 vagas anuais, 60 para o primeiro semestre e 60 para o segundo semestre.

Perfil de Egresso

Conheça o perfil do aluno egresso

Hoje há uma nova cultura profissional em relação às funções de professor, pois estas não se restringem exclusivamente à docência e sim a um universo mais amplo de ações. Tais ações se traduzem na capacidade para interpretar a relação entre a educação e o contexto social, compreender a prática pedagógica como produção histórica, construir e reconstruir o saber – fazer pedagógico a partir das necessidades e desafios que o processo ensino-aprendizagem coloca enquanto prática social. O Curso de Pedagogia trata do campo teórico-investigativo da educação, do ensino, das aprendizagens e do trabalho pedagógico que se realiza na práxis social.

Desse ponto de vista, o perfil do graduado em Pedagogia, deve contemplar consistente formação teórica, envolvendo diversidade de conhecimentos e de práticas que se articulam ao longo do curso.

O delineamento do perfil do profissional / professor, licenciado no Curso de Pedagogia da FACHO, resulta da abrangência do seu campo de atuação e serve de referência básica para a definição das competências necessárias ao exercício da profissão. Por conseguinte o egresso do Curso de Pedagogia da FACHO, deverá estar apto para apresentar as seguintes características:

1. Ter uma sólida formação de conteúdos na sua área específica.

2. Compreender o processo de construção e apropriação do conhecimento numa visão contextualizada, a fim de orientar, coordenar e avaliar o processo ensino aprendizagem, na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental.

3. Assumir uma relação pedagógica comunicacional e interativa com o aluno, compreendendo e lidando com as diferenças individuais no interior da diversidade cultural cotidiana.

4. Atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade justa, equânime, igualitária;

5. Trabalhar em espaços escolares e não escolares, na produção da aprendizagem de sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento humano, em diversos níveis e modalidades do processo educativo.

6. Demonstrar consciência da diversidade, respeitando as diferenças de natureza ambiental-ecológica, raciais, classes sociais e religiões.

7. Participar da elaboração, desenvolvimento e avaliação de propostas pedagógicas e organizacionais da instituição escolar e também não escolares.

8. Articular as teorias pedagógicas e curriculares no processo ação – reflexão – ação, envolvendo a docência.

9. Analisar situações educativas e de ensino e realizar pesquisa, de modo a produzir conhecimentos teóricos e práticos nas áreas científica e pedagógica

10. Elaborar e executar projetos para desenvolver conteúdos curriculares.

11. Desenvolver hábitos de colaboração e trabalho em equipe favorecendo o diálogo.

12. Promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição educativa, a família e a comunidade.

13. Articular e integrar saberes e processos investigativos nos diversos campos do conhecimento, visando à formação do cidadão, voltada para a superação de exclusão sociais, ético-raciais, econômicas, religiosas e políticas.

14. Incorporar tecnologias de informação e comunicação ao planejamento e às práticas educativas.

15. Gerir seu próprio processo de formação continuada.

PPC

Atenção

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Matriz Curricular

Confira

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Corpo Docente

Adilson de Castro Chaves

Possui graduação em Engenharia pela Universidade Federal de Pernambuco (1982), graduação em licenciatura em química pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (1979), Especialização em metodologia do ensino superior pela fundação do ensino superior de olinda, Especialização em ensino de química pela universidade estadual do ceará e Doutorado em Engenharia Química ( Biotecnologia) pela Universidade Técnica de Lisboa (2000). Atualmente é Professor - secretaria de educação do estado de Pernambuco, Professor das Faculdades Facho, Joaquim Nabuco e Faculdade Santa Helena, Professor adjunto da Universidade de Pernambuco e avaliador de curso e institucional do INEP / MEC. Possui vivência em gestão escolar atuando como diretor acadêmico da Fundação do Ensino Superior de Olinda e em coordenação de Concursos Públicos atuando como coordenador Pedagógico da SISMETA. É membro do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (SUSTENTE). Tem experiência na área de Biotecnologia e de Educação, com ênfase em Bioquímica, Biofisica, Microbiologia, Matemática, Metodologia Científica, Metodologia da Pesquisa e Semonários de Monografia. Atuando principalmente nos seguintes temas: Schistosoma mansoni, Purificação de Proteínas de interesse Imunológico, Ecologia de Sistemas Marinhos, Proteínas Recombinantes e Educação. Ensino de: Quimica, Bioquimica, Matemática, Biofísica, Microbiologia, Metodologia da Pesquisa, Metodologia Científica e Orientação de trabalho Científico.


Currículo Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4709967Y3

Ana Maria Maranhão Porto da Silveira

Graduada em Pedagogia pela Faculdade Frassinetti do Recife (1981), Mestra em Ciência da Educação pela Universidade Autônoma de Assunção (2005) e Doutora em Ciência da Educação pela Universidade Autônoma de Assunção (2008). Atualmente é professora, assessora, consultora e diretora de Pós Graduação no Norte e Nordeste da Faculdade Santa Fé, professora doutora na Excellence Assessoria e Consultoria Empresarial, na Escola Superior de Magistratura de Pernambuco e na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Administração de Sistemas Educacionais, atuando principalmente nos temas concepções educacionais, gestão, aprendizagem, educação e democracia. Ministra nesta Instituições diversas disciplinas entre elas Metodologia Científica, Didática do Ensino Superior e Gestão Educacional.
Palestrante em vários eventos Nacionais e Internacionais e autora de livros e Artigos Científicos publicados no Brasil e na América do Sul.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3289841250326832

Áurea Maria Costa Rocha

Doutora em Educação pelo Programa de Pós-Graduação de Educação da UFPE, na linha de pesquisa de Formação de Professores e Práticas Pedagógicas, possui mestrado em Formação de Professores pelo Programa de Pós-graduação em Educação da UFPE. Atualmente é Técnica de Assuntos Educacionais na Gerência de Políticas Educacionais do Ensino Médio na Secretária Executiva de Desenvolvimento da Educação do Estado de Pernambuco. Pesquisa em Docência Universitária, Saberes Docentes, Identidade e Profissionalidade Docente


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3583616825908163

Claudia Rejane Lemos

Mestrado em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2000); Título de especialista em linguagem pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia (2004). Título de especialista em Psicologia Clínica pela Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (1996). Graduação em Psicologia pela Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (1994). Graduação em Fonoaudiologia pela Universidade Católica de Pernambuco (1988). Docente titular do curso de Fonoaudiologia da Fundação de Ensino Superior de Olinda, desde 2000. Representante dos docentes na Comissão Própria de Avaliação da Funeso - CPA, determinada pelo INEP. Experiência em clínica fonoaudiológica desde 1989 e em clínica psicológica desde 1995, ambas em consultório particular. Atualmente é conselheira efetiva do Conselho Regional de Fonoaudiologia 4ª Região, gestão 2016 a 2019. Interesse nos temas: linguagem, autismo, psicanálise e educação.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1356456467713305

Edite Vieira de Melo Silva

Possui graduação em licenciatura em matemática pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (1997) , especialização em Educação Matemática - Faculdades Integradas da Vitória de Santo Antão (1999) e mestrado em Biometria - Estatística Aplicada, UFRPE (2002). Atualmente é professora adjunta da Faculdade de Ciência Humanas de Olinda (FACHO), da Sociedade Pernambucana de Cultura e Ensino (SOPECE), atuando como professora Formadora nos cursos a distância do IFPE.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3363352155978039

Frederico José Machado da Silva

Doutor em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco (2016), atualmente é coordenador do Curso de Letras da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda. Possui graduação em Licenciatura Dupla em Letras Inglês Português pela Faculdade Frassinetti do Recife (2006) e mestrado em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco (2009). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Teoria da Literatura, Literatura, Língua Portuguesa e literatura e ensino. Atua principalmente nos seguintes temas: teatro brasileiro do século XIX, romantismo brasileiro, cultura, realismo brasileiro, realismo mágico e literatura latino-americana.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4677068057535979

Joelma Gomes dos Santos

Doutora (2014) e Mestra (2009) em Letras com ênfase em Teoria da Literatura pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Possui Licenciatura Plena em Letras com habilitação nas línguas portuguesa e inglesa (2006) e suas respectivas literaturas. Tem experiência Docente no Ensino Superior nos níveis de graduação e pós-graduação (Especialização). Desenvolve pesquisas cujos principais focos de interesse são Teoria da Literatura, O Discurso Literário, as Literaturas Africanas de língua portuguesa, Romance Angolano, Narrativas de ficção, a curta ficção de José Luandino Vieira, a poesia angolana e a construção da identidade nacional. É revisora dos conteúdos inéditos dos escritores da União dos Escritores Angolanos - UEA. A dissertação de mestrado intitulada: O narratário: um estudo de seu papel na construção de João Vêncio: os seus amores, de José Luandino Vieira; de sua autoria, foi publicada em 2009, sob o selo da União dos Escritores Angolanos - UEA, em Angola.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9883545124746376

José Valdenito Feijó de Melo

Possui graduação em Curso Superior de Teologia para Padre pelo Instituto de Teologia do Recife (1979), graduação em Licenciatura Plena em Psicologia pela Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (1986) e graduação em Formação do Psicólogo pela Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (1986). Atualmente é professor da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda - FACHO, Diretor da Escola Professor Cândido Pessoa do Governo do Estado de Pernambuco. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase na pessoa Humana (adolescente e adulto) e em Educação. Outrossim grande experiência na área Religiosa. Acadêmico do Curso de Direito pela Faculdade de Olinda - FOCCA. Doutorando em Psicanálise na Educação e Saúde - Doutorado Livre pela UNIDERC/FUNESO.


Currículo Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4462629A0

Letícia Rameh Barbosa

Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Federal de Pernambuco (1972), mestrado em Psicologia Social e da Personalidade pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2001) e doutorado em Educação Popular pela Universidade Federal da Paraíba (2007). Atualmente professora titular da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda e Faculdade de Santa Catarina. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Fundamentos e História da Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: educação popular, Educação de Jovens e Adultos, alfabetização, ensino, movimento de cultura popular e educação.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6799927161912067

Maria de Fátima de Carvalho Falcão

Possui graduação em Bacharel em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco (1975) e mestrado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (1978). Atualmente é professor adjunto da Universidade Católica de Pernambuco, professora Titular da Focca - Faculdade de Olinda, professor assistente da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda-FACHO. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Processual Penal, Direito Penal e Direito Educacional atuando principalmente nos seguintes temas: violência, prova, aborto, anencefalia e crimes hediondos, Lei do Tóxico, Bullyng e na área de Sociologia aplicada à educação e à saúde.


Currículo Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4772444D2

Maria Mirtes Magalhães Viturino

Mestra em Psicologia Clínica pela Universidade Católica de Pernambuco. (Conclusão Janeiro/2017) Linha de Pesquisa: Família, Gênero e Interação Social, tendo concluído a pesquisa intitulada: "A Função do Avô na Família Monoparental Feminina". Especialista em Turismo pela Estácio de Sá - FIR. Especialista em Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica pela Faculdade de Ciências Humanas de Olinda - FACHO. Psicóloga Clínica pela Faculdade de Ciências Humanas de Olinda - FACHO e Licenciatura em Letras - Português e Inglês pela Universidade Federal de Pernambuco. Docente das disciplinas: Gestão de Pessoas e Psicologia Aplicada à Administração no Curso de Administração e Psicologia da Aprendizagem no Curso de Pedagogia da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda - FACHO. Experiência como Docente no Senac, Sebrae e Faculdade de Ciências Humanas de Olinda - FACHO no Curso de Turismo, lecionando a disciplina Meios de Hospedagem. Trabalhou na Seleção da Equipe do Hotel Ibis Recife Aeroporto. Experiência na área de Administração como Gerente Geral na Gestão de Empreendimentos Hoteleiros, com ênfase na Gestão de Pessoas, Reservas, Recepção, Governança, Alimentos & Bebidas e Eventos. Psicóloga Clínica. Orientação Profissional de Jovens e Reorientação de Carreiras de Adultos. Experiência na gestão de Pet Shop responsável pela implantação do desenho, análise e descrição de cargos; budget; cultura organizacional; identidade da marca; relacionamento com clientes; relacionamento com parceiros; plano de marketing.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1424651619907261

Norma Pinheiro de Vasconcellos

Possui mestrado em Educação pela Universidade Federal de Pernambuco (1986) . Atualmente é Parcial da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda e Membro de corpo editorial da Com Texto. Atuando principalmente nos seguintes temas: Representação Social, Supervisão Escolar.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8844803738136872

Roberto José da Silva

Possui graduação em Psicologia pela Faculdade de Ciências Humanas Esuda (1985), graduação em licenciatura em Filosofia pela Universidade Federal de Pernambuco (1997) e mestrado em Filosofia pela Universidade Federal de Pernambuco (2002). Atualmente é Professor Assistente da Universidade de Pernambuco (UPE), Professor assistente da Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO) e Professor Assistente da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Tem experiência na área de Filosofia, Ética, Educação e Psicologia com ênfase em FILOSOFIA GERAL, atuando principalmente nos seguintes temas: Filosofia, Ética, Ontologia e Educação.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2782356204470622

Rosangela Vieira Dornelas Câmara Paes

Trabalha na área de Psicologia Clínica e Psicologia do Esporte, Mestra na área de Ciências da Religião pela UNICAP - PE, Professora do curso de Psicologia da FACHO-OLINDA/PE e FPS-RECIFE/PE. Coordenadora do curso de pós-graduação em Terapia Cognitiva-Comportamental da FACHO/OLINDA. Psicóloga Esportiva da Equipe de Basquete Feminino Uninassau. Psicóloga Esportiva da Confederação Brasileira de Pentatlo Moderno/ Pernambuco.Possui graduação em Psicologia pela Universidade Catolica de PE (2001); cursou a disciplina de Psicologia do Esporte na Escola Superior de Educação Física (2002), Pós-graduada em Treinamento Desportivo pela UniFMU no Estado de São Paulo (2003) e cursou a disciplina do Mestrado em Psicologia Clínica: Cultura e Subjetividade pela Universidade Católica de Pernambuco (2005). Pós-graduação em Terapia Cognitivo-Comportamental na FAFIRE/PE (2013). Tem experiência na área Clínica e na área de Psicologia do Esporte realizando Intervenções Psicológicas em grupos e atendimentos individuais em atletas de alto rendimento. Desde 2001 é consultora na área de Psicologia do Esporte trabalhando em Associações Esportivas, Federações e Clubes no Estado de Pernambuco. Campeã da Liga de Basquete Feminina (LBF) 2012/2013 e vice campeã da LBF 2013/2014 e 2014/2015, fazendo parte da Equipe Multidisciplinar de basquete feminino do Sport Club do Recife como Psicóloga Esportiva.


Currículo Lattes: http:// http://lattes.cnpq.br/6442161984494484

Suelany Christtiny Ribeiro Mascena

Doutoranda em Teoria da Literatura pela Universidade Federal de Pernambuco. Mestre em Literatura e Cultura pela Universidade Federal da Paraíba. Durante o mestrado foi aluna bolsista da- CAPES com o projeto Memória e Tradição no Romance A Varanda do Frangipani de Mia Couto. Possui graduação em Letras- Inglês pela Fundação de Ensino Superior de Olinda- Funeso (2007). Atua nas seguintes áreas: literaturas africanas de língua portuguesa, literatura infantojuvenil, memória, tradição e oralidade.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5194660366821010

Tatiana Soares

Pesquisadora do Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste - CETENE. Doutora e Mestre em Bioquímica e Fisiologia pela Universidade Federal de Pernambuco -UFPE. Especialista em Análises Clínicas - UNITAU e graduada em Bach. Ciências Biológicas pela Universidade de Pernambuco - UPE. Trabalha atualmente com nano e fitoinseticidas com atividade sobre inseto praga.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2942937376813457

Vera Lúcia Santiago de Lima

Possui graduação em PEDAGOGIA pela Universidade Federal de Pernambuco (1971) e pós-graduação lato sensu pela Faculdade de Filosofia do Recife em Planejamento e Administração Escolar. Atualmente é coordenadora do Curso de Pedagogia da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda e professora titular desta Instituição. Tem experiência na área de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: avaliação, currículo, aprendizagem, legislativo e institucional.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9057924953443985

Viviane da Silva Gomes

Doutora em Linguística pela Universidade Federa da Paraíba, Mestre em teoria Literária pela UFPE, especializada em Literatura Brasileira e Graduada em Letras pela UNICAP.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1856087403118257

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O professor é o fator que mais influencia na educação das crianças

Fonte: Época - 20/11/2014

As irmãs americanas Beatriz e Elizabeth Vergara, de 15 e 16 anos, passam por uma experiência inusitada para adolescentes que frequentam o ensino médio público. Com mais sete alunos, elas processam o Estado da Califórnia, onde moram e estudam, por oferecer uma educação ruim. O processo correu entre janeiro e junho. Mais surpreendente foi o argumento usado: segundo os advogados das meninas, o Estado da Califórnia fere a Constituição dos Estados Unidos, ao manter a estabilidade de emprego e outras leis de proteção ao professor, porque isso dificulta a demissão de educadores ruins. A decisão do juiz Rolf True não tem precedentes. Ele concordou que a estabilidade de emprego mantém os maus professores em sala de aula. Na sentença, afirmou: ‘‘Os maus professores são determinantes para a educação das crianças. Além de chocar nossa consciência, isso viola o direito constitucional dos estudantes de ter oportunidade de uma educação básica de qualidade”. A causa das irmãs Vergara foi levada à Justiça pela ONG Students Matter (Estudantes Importam), de David Welch, um empresário do setor de fibras ópticas e ex-estudante de escola pública.

Apesar de a decisão ser de primeira instância e de não criar jurisprudência, True fez barulho, na Califórnia e nos EUA. Precisa fazer barulho também no Brasil. Acabamos de passar por campanhas eleitorais, para presidente e governadores, fraquíssimas em propostas de mudanças na educação. Por aqui, o debate se concentra quase exclusivamente em quanto investir. Pouco se discute como investir de forma a melhorar o nível do professor.

Os EUA passam por profundas reformas na educação, regionais e nacionais, há décadas. Uma das maiores lutas dos reformistas é pela qualidade dos educadores. Isso passa pela avaliação do trabalho do professor. É preciso dar a ele oportunidade para melhorar e, se for o caso, dispensá-lo – medidas controversas, que contrariam leis antigas, o senso comum e os poderosos sindicatos de professores. A interpretação da lei feita pelo juiz True abalou as amarras dessas velhas regras. Desde junho, pelo menos mais três processos semelhantes ao das irmãs Vergara foram abertos em outros Estados americanos.

Reduzir a estabilidade de emprego dos professores é apenas uma das várias estratégias adotadas por países como EUA, Finlândia, Polônia e Chile. Todos já fizeram ou conduzem reformas educacionais, para chegar a um objetivo: melhorar a qualidade do professor e, dessa forma, melhorar o aprendizado do aluno.

Pode parecer óbvia, mas a ligação entre a qualidade do professor e o que se aprende em sala de aula só foi estudada e comprovada nos últimos anos. As pesquisas mais recentes mostram que não há fator mais importante para o sucesso do aluno na escola e na vida adulta. É mais decisivo que o tamanho das redes de ensino, em que região do mundo estão, as diferenças socioeconômicas entre os estudantes, os gastos com a educação de cada país, se a escola tem ou não computador, se a família ajuda na lição de casa. Por isso, para elevar o nível da educação, deve-se colocar o professor sob o microscópio. “Ninguém precisa reinventar a roda para melhorar a educação brasileira. Se a escola é o lugar onde alunos ganham conhecimento, então o professor é chave para um aprendizado de sucesso”, afirma João Batista de Oliveira, doutor em pesquisa educacional e autor do livro Repensando a educação brasileira.

As pesquisas se preocuparam em medir a influência do professor entre crianças com o mesmo nível socioeconômico, na mesma escola e até na mesma série. Pesquisadores da Faculdade de Educação da Universidade Stanford descobriram que, enquanto o estudante com professor fraco aprende metade ou menos do que deveria no ano, aquele que tem bons professores aprende o equivalente a um ano a mais, e o que tem professores considerados excelentes, um ano e meio a mais. A mais recente pesquisa sobre o assunto, da Universidade Harvard, analisou duas décadas de desempenho de alunos e professores. Chegou à conclusão de que os alunos de classes com melhores professores ganham, ao longo da vida adulta, US$ 250 mil a mais.

Para além da academia, a vida real também mostra os efeitos positivos do bom professor. “O professor é o segredo das reformas bem-sucedidas de potências educacionais, como Finlândia, Polônia e Coreia”, afirma Amanda Ripley, autora do livro As crianças mais inteligentes do mundo. Ela viajou e acompanhou estudantes em cada um desses países para compreender o que fizeram. “São diferentes países, com diferentes culturas e tamanhos, com poucas coisas em comum. Uma delas é levar mais a sério a preparação dos professores para a sala de aula”, afirma.

Como tornar os professores melhores? Por onde começar? Há um consenso entre estudiosos e educadores: um bom começo é mudar a forma como recrutamos e formamos os futuros educadores. No Brasil, alunos do grupo dos melhores e mais brilhantes no ensino médio dificilmente seguem para o curso de pedagogia. A maioria dos jovens que prestam vestibular para esse curso está entre os 20% piores resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “Os melhores seguirão carreiras mais atraentes, como medicina e engenharia”, afirma Barbara Bruns, economista que chefia os estudos de educação do Banco Mundial para a América Latina. Em novembro, será publicado no Brasil um livro com os resultados de uma ampla pesquisa liderada por ela, sobre a qualidade dos professores da região. Ela afirma que, na Universidade de São Paulo (USP), onde os ingressantes estão entre os melhores alunos do Brasil, pedagogia é o único curso que aceita candidatos com pontuação inferior à metade da prova do vestibular. Cerca de 90% dos professores do Brasil se formam em faculdades de baixa qualidade.

Todos os países que investiram para tornar a carreira mais atraente também tinham estratégias para melhorar a qualidade de quem já estava no sistema. No caso do Brasil, são 2 milhões de professores da educação básica. Um caminho comum é fazer uma avaliação periódica do professor, descobrir suas falhas e ajudá-lo a melhorar. A avaliação de professores, com a redução da estabilidade de emprego, enfrenta resistências, especialmente se o propósito for premiar os melhores. Os defensores da meritocracia afirmam que tratar professores bons e ruins da mesma forma espanta os jovens talentosos e desprestigia a carreira. Quem é contra menciona programas de bonificação sem efeito nenhum no resultado do aprendizado, como em alguns Estados americanos. “Sou contra avaliar professor para premiar os melhores”, diz Maria Izabel de Noronha, presidente do Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo, o maior da América Latina. “Para valorizar a carreira docente e avançar na qualidade do ensino, é preciso pagar salários maiores e melhorar as condições de trabalho do professor.”

As discordâncias são muitas, mas é possível chegar a um acordo. Isso ocorreu no Chile, país latino-americano mais bem colocado nas avaliações internacionais de educação. Em 2003, os chilenos adotaram a avaliação de professores. Seus critérios foram elaborados em conjunto pelo Ministério da Educação, pelo sindicato dos professores, pelos administradores municipais e por técnicos da área. Ficou definido ali como o professor deve organizar uma aula e como deve elaborar uma prova para avaliar o aprendizado. A prova para os professores se tornou obrigatória. Eles são avaliados por pares e suas aulas são filmadas por observadores externos. “Avaliamos se ele tem domínio do conteúdo e da turma, como ele interage com os alunos, como organiza a aula”, diz Sergio Martinic, pesquisador da Universidade Católica do Chile. Se, após cinco avaliações, o professor ainda tiver desempenho insuficiente, é demitido. Ao mesmo tempo, os cursos de pedagogia chilenos modernizaram o currículo. Orientam-se mais para práticas em sala de aula que para disciplinas teóricas. O governo passou a financiar os estudos dos candidatos que tirarem mais de 60% da nota do vestibular.

Mexer na formação e na carreira dos professores envolve tomar medidas impopulares e esperar resultados no longo prazo. Mas não é impossível. A Finlândia começou fechando todas as faculdades de pedagogia. A Coreia leva a meritocracia a extremos e paga salários milionários aos professores-astro. É preciso ir além das políticas de inclusão na escola e estabelecer um debate sobre qualidade de ensino e dos professores. Falta só começar.

Revistas e Artigos




A Educação de Jovens e Adultos

Queite Diniz dos Santos - Travessia 2010

O trabalho intitulado “A Educação de Jovens e Adultos – EJA: Refletindo as relações étnico-raciais através de leituras” é uma tentativa de reflexão/sistematização de experiências vivenciadas e avaliadas em sala de aula. Essa tentativa busca mostrar que refletir a respeito das relações de raça/cor, existentes na sociedade numa perspectiva problematizadora, é de primordial importância para a constituição de uma consciência crítica da desigualdade entre povos. E, acreditando ser a escola, espaço privilegiado para abordar essas reflexões, já que efetivamente, depois da família, é na escola que se dá a formação de novos cidadãos, e sendo a Educação De Jovens e Adultos (EJA) alvo superficial desse tipo de investigação, será a EJA o foco principal para o desenvolvimento desse estudo. Embasado na Lei 10639/03 que torna obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira, apresentamos uma forma e leitura com perspectivas crítico-reflexivas.

Professor: Profissional do Ensino

Ana Maria Maranhão - Travessia 2010

Este artigo é fruto de inúmeras discussões que ocorrem no cenário educacional, ao situar suas análises sobre o professor e o desafio atual de construir a sua identidade profissional. Reflete-se sobre a formação continuada, sobre o que dispõe a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, servindo de apoio às demais discussões nos pontos de vista dos teóricos que buscam situar as políticas públicas dirigidas à educação, buscando lê-las numa ótica em que elas representam a mudança necessária que a educação se deve propor, ressaltando que a transformação esperada se traduz nos resultados da mudança proposta em toda a conjuntura formativa do professor, tanto inicial como continuada. Neste contexto reconstrói-se o perfil do professor em direção à aprendizagem, tendo como objetivo resgatar a importância desse profissional estratégico dos novos tempos, que precisa valorizar-se, ser valorizado e principalmente ser cuidado.

Cognição e Construção do Sentido pela Criança Surda

Wilma Pastor de Andrade Sousa, Rafaela Asfora Lima - Travessia 2009

O objetivo deste trabalho é refletir acerca da cognição e construção do sentido pela criança surda, especialmente, interessa-nos desmitificar o estereótipo de déficit de cognição na criança surda, tendo em vista que a sua capacidade cognitiva é semelhante à de uma criança ouvinte, desde que tenha, a partir de seu nascimento, um ambiente linguístico no qual circule uma língua que lhe seja natural e acessível para a aquisição e desenvolvimento da linguagem sem atrasos, a exemplo da língua de sinais.

Gestão Educacional por Competência

Profa. Dra. Ana Maria Maranhão - Travessia 2009

Este texto dialoga com assuntos recentes nas ciências gerenciais. Isto porque congrega um tema que apenas começa a se firmar no mundo empresarial, a Gestão por Competências, que se caracteriza como uma das ferramentas mais modernas em gestão de recursos humanos e tem sido amplamente adotada por grandes empresas no Brasil. Diante desta evidência, o presente estudo parte de uma revisão conceitual que visa classificar as diferenças entre diversas abordagens de “competência”, bem como estabelecer a relação entre conhecimento, habilidade e atitude onde os principais resultados obtidos apontam para a importância do desenvolvimento do sistema de gestão por competências extremamente alinhadas com a estratégia Institucional, apontam também a necessidade de um cuidadoso desenho do modelo, que contemple os subsistemas de gestão de RH, áreas funcionais e cargos que serão abrangidos, e possíveis resistências naturalmente encontradas em sua implantação uma vez que a integração do saber psicológico e pedagógico acerca da gestão, competência, recursos humanos e estratégia gerencial pode contribuir para a eficácia na sua concepção e implantação.

Relato de Experiência sobre o Uso da Brinquedoteca da FACHO

Leticia Rameh, Maria Rivonete Morais - Travessia 2009

A brinquedoteca é um lugar prazeroso onde os jogos, brinquedos e brincadeiras fazem a magia do ambiente. Todas elas têm como objetivo comum o desenvolvimento das atividades lúdicas e a valorização do ato de brincar, independente do tipo e do lugar onde esteja instalada, seja num bairro, escola,hospital,clínica ou universidade. Os jogos e brinquedos serão escolhidos de acordo com cada realidade e contexto, portanto cada brinquedoteca apresenta o perfil da comunidade (SANTOS,1997).

Ditado e Ortografia

Autora Maria Eliana Matos de Figueiredo Lima - Travessia 2008

Neste ensaio será feita uma abordagem evolutiva da tarefa do ditado nas escolas de ensino fundamental e das concepções psicológicas subjacentes a esse exercício escolar. Será estabelecida uma relação entre o ditado e o ensino da ortografia que geraram práticas destinadas à demanda sempre crescente de um bom uso da norma ortográfica nas quais a verbalização e a explicitação da norma se mostra uma alternativa didática mais eficaz à aprendizagem.

A Intuição Emocional e a Teoria dos Modelos na Filosofia de Max Scheller

Roberto José da Silva - Travessia 2008

A fenomenologia de Max Scheler direciona uma nova dimensão na filosofia moral. Na Intuição Emocional na Ética Material dos Valores, o filósofo apresenta-nos de forma sutil um estudo sobre a Teoria dos Modelos. O pensador retrata numa perspectiva metafísica a imbricação da intuição emocional e os modelos-tipos (Vorbildmoldelle). O modelo, no sentido próprio, implica uma idéia de valor

Jogos para a Educação Matemática no Ensino Fundamental: Concepções de Alunos/Professores do Curso de Pedagogia da FACHO

Maria de Fátima Neves Cabral, Josinalva Estacio Menezes - Travessia 2008

Neste artigo, objetivamos investigar as concepções de alunos de Pedagogia que são professores dos anos iniciais do ensino fundamental sobre a importância da utilização de jogos no ensino de matemática. Sua vivência enquanto estudante, sua bagagem de leitura sobre o tema e suas próprias concepções de educação podem influenciar na opção pelo uso do jogo na vida profissional. Enquanto diretrizes para o ensino de matemática, os Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN recomendam fortemente os jogos e materiais concretos como elementos que contribuem para a aprendizagem. Além disso, todos os pesquisadores que investigam o efeito do jogo na formação integral do indivíduo apontam os benefícios do seu uso na escola. Com base nessas idéias, realizamos uma pesquisa junto a alunos do curso de Pedagogia da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda – FACHO, que são professores dos anos iniciais do ensino fundamental, com os quais aplicamos um questionário visando coletar suas impressões sobre o aspecto em questão. Os resultados apontam uma visão positiva sobre o jogo, mas a necessidade dos alunos/professores aprofundarem as leituras, e os cursos de formação de professores ampliarem a discussão sobre o jogo.

Os Novos Paradigmas da Formação Continuada: da Educação Básica à Pós Graduação

Profa. Drª. Ana Maria Maranhão - Travessia 2008

A tecnologia da Informação e de modo específico o computador, oferece as diferentes maneiras de utilização determinadas pelas teorias que orientam o Processo Ensino-Aprendizagem e que são norteadoras pela prática pedagógica do Educador, onde a Informática se apresenta como um diferencial à qualidade do profissional de Educação, que utiliza a Internet como ferramenta de aprendizagem na ligação dos alunos ao mundo da tecnologia da informação e das comunicações, entendendo que a Web proporciona oportunidades para desenvolver experiências de aprendizado ativo e customizado que favorece um universo de informação digital em constante expansão, evidências empíricas que demonstram o valor do aprendizado cooperativo em explosão na compreensão e na utilização da tecnologia da informação como um forte aliado para desenvolver projetos, para trabalhar temas geradores, respeitando o "ato de educar", criando cumplicidade e comprometimento.

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